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Chá orgânico produzido em Sergipe conquista o Brasil.


O chá orgânico é a salvação da lavoura. Em Sergipe, agricultores assentados trabalham na produção de ervas medicinais. Uma pequena empresa da região compra toda a colheita e faz a distribuição no mercado.

Débora Lima investiu no cultivo de ervas medicinais. Os lavradores plantam e ela faz o beneficiamento. O Sebrae ofereceu capacitação. A empresária procurou o Sebrae e reuniu agricultores assentados pelo Incra. Da parceria nasceu um produto: o chá orgânico.

O objetivo é transformar o homem do campo em homem de negócios. “Eles precisam entender que o campo é empresa e não só uma atividade que vai colocar comida na barriga. Isso é uma atividade econômica”, ensina Simone Andrade Nascimento, do Sebrae de Sergipe.

Na lavoura orgânica não são usados produtos químicos. O agricultor precisa manter a biodiversidade, preservar a fauna e a flora, e nunca deixar o solo descoberto. “Ele se torna um produto mais completo e mais saboroso pela forma como é produzido,” explica a empresária Débora de Cássia Lima.

José Miraldo dos Santos está assentado desde 2003. Nos oito hectares de terra, planta capim santo. Bem melhor do que a antiga lavoura de mandioca. “A mandioca, é plantada hoje e só vai gerar lucro em um ano. A erva, não. Planta hoje e daqui a dois meses já pode começar a cortar e ganhar dinheiro”, afirma o produtor rural.

O agricultor colhe de 600 a 700 quilos de capim santo por mês e recebe no mínimo R$ 350 reais. A produção aumentou quando foi instalado um kit de irrigação.